terça-feira, 29 de julho de 2014

CONVITE


sexta-feira, 18 de julho de 2014

CONASET 2014


SEGURANÇA PARA CONDOMÍNIOS


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quinta-feira, 3 de julho de 2014

DIVULGUE A CAMPANHA NO SEU CONDOMÍNIO / SALVE VIDAS


FÉRIAS E GESTÃO DOS CONDOMÍNIOS


Férias: Diversão com sossego

É possível transformar as férias escolares em um período de tranqüilidade no condomínio. Veja algumas iniciativas que dão certo.
Férias é sinônimo de descanso e diversão para crianças e adolescentes. Para os pais, porém, o período sem escola pode se transformar em dor de cabeça. Afinal, se os pais trabalham e não podem se dedicar integralmente aos filhos, o que fazer para distraí-los, unindo baixo custo e segurança? Usar as áreas comuns do condomínio é a opção de muitas famílias. Na verdade, o problema acaba sobrando para síndicos, administradores e funcionários dos edifícios. Como lidar com a energia dos pequenos e jovens e evitar danos ao patrimônio do condomínio? 
O síndico Maurício Jovino administra o condomínio Residencial Guignard, com sete blocos e 140 apartamentos e uma grande área comum, com uma quadra, duas miniquadras e três playgrounds. Ele costuma se antecipar às férias e previamente envia uma circular aos moradores. Nessa carta, cita trechos do regulamento interno. O objetivo de Maurício é educar, e não reprimir as crianças e adolescentes. O síndico também chama a turma para conversar. “Antigamente férias no condomínio era sinal de problemas. Tínhamos atos de vandalismo, como descarga de extintores, uso de patins, bicicletas e skate na quadra e havia até quem empinava pipa com cerol dentro do condomínio. Aprendi que bater de frente com os adolescentes não dá certo. Expliquei os transtornos que eles causavam, convidei-os a participarem do planejamento de algumas iniciativas e eles passaram a se sentir parceiros da administração”, recorda. 
O campeonato interno de futebol foi uma das iniciativas que deu certo. Maurício conseguiu com a administradora três conjuntos completos de uniformes. Um morador fica responsável por distribuir os uniformes para os jogadores e por montar os times de acordo com a faixa etária. “As crianças sugeriram a compra de troféu para o primeiro lugar e de medalha para o segundo colocado. Vamos repetir o torneio nestas férias e estou tentando um patrocínio para os uniformes dos times de vôlei. Estou também contactando condomínios vizinhos para organizarmos jogos inter-condomínios”, informa o síndico.
Além dos esportes, entrar na onda ambientalista pode ser outra boa opção para cativar os jovens moradores em férias. A ecóloga Elaine Silva organiza gincanas ambientais em condomínios, envolvendo as crianças com tarefas dirigidas à ecologia. Elaine explica que as atividades podem ser feitas com crianças a partir de três anos. Tudo, é claro, é dirigido para a faixa etária dos participantes. Entre as tarefas, estão localizar animais em extinção no mapa mundi ou fazer um painel sobre a reciclagem. Para a realização da gincana, é necessário um número mínimo de 10 crianças. Elaine trabalha com uma equipe de monitores com diversas formações. Entre eles há ecólogos, artistas plásticos e geógrafos. “Não se trata só de uma recreação. Com as atividades, as crianças passam a entender a importância da coleta seletiva de lixo, por exemplo, e acabam passando o que aprenderam para os pais”, constata Elaine. Outra atividade indicada para despertar a consciência ambiental nos pequenos é a oficina de papel reciclado. Os moradores contribuem com cascas de beterraba e folhas secas para a confecção do papel. “Depois, cada criança leva o papel que produziu”, diz. É possível também organizar oficinas para a confecção de enfeites natalinos com sucata: tampas de pizza se transformam em guirlandas, e garrafas pet em flores e árvores de Natal, conta a ecóloga.
Até nas brincadeiras, fique atento quanto à responsabilidade do condomínio
É nas férias de verão que as áreas de lazer dos condomínios se enchem de crianças e adolescentes. Quadras, piscinas, playgrounds vivem lotados. Por isso, o cuidado quanto à manutenção desses espaços precisa ser redobrado, já que o condomínio pode ser responsabilizado em caso de acidentes. “Na falta de condições de segurança, o condomínio poderá ser responsabilizado por acidente ocorrido, uma vez que, por culpa decorrente de omissão de ato previsto em lei, poderá minimamente ter concorrido para tal evento”, informa o advogado Michel Rosenthal Wagner, especialista em direito imobiliário e contratos, e assessor de condomínios e administradoras.
Conforme o advogado, a função da responsabilidade civil é a de garantir o direito do lesado à segurança e de servir como sanção civil, de natureza compensatória, mediante a reparação do dano causado à vítima. “Quando uma pessoa entra na piscina e sofre algum acidente, como afogamento, por exemplo, ou mesmo se por omissão deixou-se de evitar tal acidente, alguém pode ser responsabilizado. Ou pelo fato de que devia estar cuidando da piscina, por ser o responsável por esse espaço, ou pela falta de segurança, ou até por falta de aviso”, explica. 
Michel lembra que aos pais incumbe o dever de sustento, guarda e educação dos filhos menores (Estatuto da Criança e do Adolescente, art. 22); que na convenção de condomínio deverá constar o destino das diferentes partes, o modo de usar as coisas e serviços comuns; que a violação de qualquer dos deveres estipulados na convenção sujeita o infrator à multa fixada na própria convenção ou no regimento interno, sem prejuízo da responsabilidade civil ou criminal que, no caso, couber; e que, finalmente, compete ao síndico exercer a administração interna do condomínio, no que respeita à sua vigilância e segurança, bem como aos serviços que interessam a todos os moradores. 
O advogado completa que, em caso de ocorrência de acidente em piscinas de condomínio, deve-se apurar se as condições de segurança previstas em lei encontravam-se atendidas a nível estrutural; se existiam disposições relativas a procedimentos e a conduta quanto ao uso da piscina (convenção e regulamento); se houve culpa subjetiva que tenha contribuído com o acidente ou, por outro lado, se houve força maior ou caso fortuito; a caracterização da culpa, quanto à verificação se essa se deu por negligência, imperícia ou imprudência; e a apuração da culpa objetiva seja ela por parte dos pais, seja por parte do condomínio. “Neste último aspecto deve-se questionar, em caso de acidente com menor, especialmente, as linhas divisórias entre a responsabilidade dos pais e do condomínio, pela vigilância e até pelo socorro”, adverte.
Em relação aos playgrounds, para que as brincadeiras infantis sejam isentas de riscos, é preciso verificar se as áreas respeitam as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) - NBR nº 14.350-1 e nº 14.350-2. “Sabendo dessas normas, os síndicos têm um instrumento para controlar e, se for o caso, substituir ou melhorar a qualidade dos playgrounds usados pelas crianças”, orienta o advogado. Além dos conhecimentos das normas de segurança e dos cuidados com os equipamentos, os síndicos devem escolher com muito critério empresas terceirizadas de recreação. “Nas férias, alguns condomínios contratam equipes de lazer. Deve-se optar por empresas que tenham experiência no ramo, equipadas com kits de primeiros socorros, e que tenham comprovada idoneidade no mercado. Mais vale prevenir que remediar”, finaliza.
Locação no litoral ou no interior: como prevenir problemas
Se as férias podem se transformar em problemas para os condomínios de São Paulo, os prédios do litoral também vivem uma nova realidade nesse período do ano: os apartamentos são locados para temporada. Resultado: o condomínio fica super-povoado, com muitas pessoas que sequer conhecem as regras internas daquela comunidade. O advogado Michel Rosenthal Wagner recomenda que os locatários conheçam o imóvel antes de alugar, verificando os acessos, a ventilação, iluminação, áreas de lazer, fornecimento de água, garagens, regulamento interno. “Enfim, é preciso conhecer as regras. Em geral é comum fazer a locação por telefone, sem ver. E o que se recomenda é, além de conhecer, fazer um contrato, com vistoria, relação de móveis e utensílios que guarnecem a unidade e pegar um recibo dos pagamentos realizados”, orienta.
É importante lembrar que o responsável pelo comportamento e, consequentemente, pelos eventuais danos advindos do mau uso da propriedade é, via de regra, o proprietário da unidade. Equivale dizer que o locador do imóvel é responsabilizado perante o condomínio pelas conseqüências da locação. “Ele deve respeitar uma lotação razoável de ocupação da casa ou do apartamento e o condomínio deve fiscalizar este parâmetro, sob pena de ver aumentar a ocupação e transtornar o convívio dos outros usuários da propriedade, de escassez de água e outros tantos temas concernentes, que envolvem responsabilidade importante do síndico”, completa o advogado.
Por Luiza Oliva        
FONTE DIRECIONAL CONDOMÍNIOS



COPA DO MUNDO X FÉRIAS ESCOLARES



COMO CUIDAR DA SEGURANÇA DE IMÓVEIS E CONDOMÍNIOS


Nos meses de junho e julho, época de férias escolares, milhares de famílias costumam embarcar para viagens domésticas ou internacionais, de longa ou curta duração.



Porém, este ano será atípico, pois além das viagens, descanso e lazer as atenções estarão voltadas para  Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014. Estes momentos de descontração em torno dos jogos são fatos mais que suficientes para aumentar as vulnerabilidades na segurança de casas e condomínios.

Nesse contexto o investimento em segurança eletrônica, setor que cresceu 10% em 2013, é um cuidado eficiente para garantir a integridade de residências e condomínios, uma vez que são desenvolvidos com o objetivo de detectar, comunicar e inibir a ação criminosa. No entanto, é fundamental que se observem cuidados básicos na aquisição destes serviços, lembrando sempre que segurança eletrônica não se compra “em balcão”.  A Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), aponta para a falta de atenção nas contratações e aquisições como importante causador de vulnerabilidades aos Sistemas. Para saber mais sobre estas aquisições a Abese disponibiliza algumas ferramentas que você pode conferir no site da Associação http://www.abese.org.br/cartilha/Guia_interativo_2013_FINAL.pdf

Dessa forma, as pessoas interessadas em adquirir um sistema eletrônico de segurança devem, primeiramente, procurar uma empresa especializada e fugir de simples orçamentos enviados por e-mail. Esta empresa deverá elaborar uma análise de risco e um projeto de segurança para o local, uma vez que cada imóvel possui uma particularidade e, portanto, uma necessidade específica. É este estudo que irá apontar, por exemplo, quantas câmeras serão instaladas, o tipo de tecnologia mais adequada, a quantidade de sensores, entre outros.

Confira algumas dicas:

Além dos cuidados na compra dos sistemas e serviços, vale reforçar algumas ações costumeiras e respeitar alguns padrões de segurança para evitar maiores problemas. Em condomínios, por exemplo, a recomendação é que zeladores e síndicos estejam presentes, auxiliando o controle de acesso de moradores e respectivos convidados. O profissional de segurança, inclusive, não deve identificar só os veículos que adentrarem os condomínios, mas também seus passageiros. Na dúvida é melhor abordar o condutor, para se certificar que realmente se trata de um morador e, caso esteja acompanhado, indagar quanto ao acompanhante.

Já para casas, é importante a instalação de dispositivos de segurança eletrônica, como portões automatizados, câmeras monitoradas à distância, sensores sobre o perímetro dos muros, sensores de abertura de portas e janelas e botão de pânico. O perfeito funcionamento de um determinado sistema de segurança eletrônico depende, basicamente, da procura por uma empresa especializada, do desenvolvimento de um projeto adequado para o imóvel, do treinamento das pessoas envolvidas com a segurança e da manutenção preventiva do sistema.

“Com o aumento da criminalidade, a segurança eletrônica é extremamente necessária em casas e condomínios, principalmente quando temos de viajar ou nos ausentar por determinado período ou mesmo as atenções de todos estão mais vulneráveis em ocasiões de festa ou grandes eventos esportivos”, alerta Selma Migliori, Presidente da ABESE

E caso seja abordado, lembre-se:

·         Nunca reaja;

·         Não faça movimentos bruscos;

·         Tente permanecer calmo;

·         Peça autorização e avise quando for fazer algum movimento;

Sobre a ABESE:

Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança - é uma entidade representativa das empresas de sistemas eletrônicos de segurança de âmbito nacional, sem fins lucrativos e tem como a finalidade de orientar, promover, apoiar e divulgar as atividades de seus associados, representando-os publicamente, defendendo seus direitos e interesses.  Fundada em 1995 por um grupo de empresários brasileiros, a ABESE surgiu pela necessidade cada vez maior das empresas se organizarem dentro do segmento e hoje reúne cerca de 400 empresas de todas as regiões do País. Na entidade, os empresários do setor encontram iniciativas que promovem a capacitação profissional, a valorização da qualidade e a regulamentação oficial do segmento.

FONTE PORTAL SEG

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