quinta-feira, 8 de maio de 2014

DESCARTE DE LIXO ELETRÔNICO

Condomínios e o descarte de lixo eletrônico
Sindicondominio destaca a importância de selecionar o lixo eletrônico nos condomínios e ressalta que a comunicação e a conscientização são essenciais para o processo.

Brasília, 06 de maio de 2014 - O Distrito Federal passou a contar, desde fevereiro deste ano, com a coleta seletiva de lixos secos e orgânicos. Mas o que fazer com aqueles celulares, pilhas e computadores que não funcionam mais? De acordo com o Serviço de Limpeza Urbana do DF, desde 2012, a região recebe em média 400 a 500 Kg desse tipo de resíduo por mês.
O volume de lixo eletrônico é preocupante não só no DF, mas em todo o Brasil e até mesmo no mundo. De acordo com o mapa global de lixo eletrônico, divulgado pela ONU em 2013, se o ritmo de produção desse resíduo continuar crescendo, em 2017, o planeta terá 65,4 milhões de toneladas de lixo eletrônico. A pesquisa mostrou que em 2012 a geração desse tipo de lixo quase alcançou 49 milhões de toneladas.
O Brasil está entre os que mais produzem lixo eletrônico na América Latina. Em 2012, nosso país produziu 1,4 milhões de toneladas, equivalente a 7 quilos por habitantes, perdendo apenas para o México, com 1,5 milhões de toneladas, 9 quilos por pessoa.
O descarte inadequado do lixo eletrônico pode causar sérios problemas de saúde e ao meio ambiente. Ele não deve ser descartado como lixo seco nem orgânico. O SLU não faz a busca destes produtos, mas disponibiliza 13 pontos de entrega voluntária, em algumas regiões administrativas do DF. De acordo com a assessoria de imprensa, eles não fazem esse serviço porque o contrato não cobre a logística. Eles ainda afirmam que não há uma previsão para o inicio desse serviço.
Assim como com o orgânico e o seco, a coleta seletiva do lixo eletrônico começa em casa. Alguns condomínios do DF já adotaram esse processo, porém nem todos. De acordo com o presidente do Sindicondomínio/DF, José Geraldo Pimentel, é de extrema importância implantar a separação do lixo eletrônico. "Não basta apenas dá suporte à coleta seletiva do lixo seco e orgânico e misturar o lixo eletrônico a eles. Esse tipo de lixo causa sérios danos ao meio ambiente. Os condôminos precisam ter consciência disso. Dá estrutura e incentivar os moradores é essencial."
Enquanto a coleta pelo SLU não começa, Pimentel ressalta que é preciso definir politicas para implantar a coleta dos lixos nos condomínios de acordo com a realidade de cada um. "Definir como esse lixo será levado e os responsáveis por isto devem ser questões conversadas e esclarecidas entre os moradores e funcionários", afirma. O presidente ainda destaca que o suporte à coleta deve vir junto com a conscientização sobre a importância da seleção do lixo.

LOCAIS PARA ENTREGA VOLUNTÁRIA

Asa Sul
Avenida das Nações, S/N, às margens do Lago Paranoá, próximo à CAESB - TEL: (61) 3213-0193

Asa Norte
SGAIN QD 05, Lote 23 - TEL: (61) 3213-0194

Gama
Avenida Contorno, Área Especial Lote 1/2 - Setor Norte - TEL: (61) 3556-1442

Taguatinga
QNG 47, Área Especial nº 9 - Taguatinga Norte - TEL: (61) 3354-3140

Sobradinho
Área Especial para Indústria nº 3, Lotes 4 a 6 - TEL: (61) 3591-6723

Brazlândia
Área Especial nº 2, Lotes I,J,K,L - Setor Norte - TEL: (61) 3391-1206

Ceilândia
QNN 29, Módulos G a K, Área Especial - Ceilândia Norte - TEL: (61) 3585-2711

Samambaia
Área Especial S/N QS 302 - Centro Urbano - Samambaia Sul - TEL: (61) 3358-2414

Paranoá e Itapoã
Quadra 05, Área Especial "D",Lotes 1 e 2 - TEL: (61) 3369-4595

São Sebastião
Quadra 305, Conjunto 14 - Área Especial - TEL: (61) 3335-9038

Planaltina
Área Especial Norte, Lotes 11 e 12 - TEL:  (61) 3389-1018

Recanto das Emas
Avenida Vargem da Benção, Chácara nº 3 - TEL: (61) 3333-3733

Santa Maria
QR 409 - Bloco "A" Área Especial  1- Santa Maria Sul - TEL: (61) 3392-1298


Sobre o Sindicondomínio/DF - Fundado em 1995, o Sindicato dos Condomínios Residenciais e Comerciais do Distrito Federal (Sindicondomínio-DF) representa condomínios comerciais e residenciais (de casas e apartamentos) no relacionamento com governos, Câmara Legislativa do Distrito Federal e Congresso Nacional. Atua também com foco no meio ambiente, relações sociais dentro dos condomínios, surgimento de novas categorias de condomínios e a necessidade de se ter mão de obra qualificada para gerir condomínios, razão pela qual se empenhou pela criação do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Condomínio, no Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), do qual surgiu a figura do gestor condominial, com foco no meio ambiente; na sociabilização do condomínio; na manutenção predial; na valorização do imóvel; e na taxa justa para os condôminos, entre outras questões que envolvem o setor.

Fonte sugerida: José Geraldo Pimentel - presidente do Sindicondomínio/DF

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