segunda-feira, 22 de julho de 2013

SEGURANÇA DE CONDOMÍNIOS



SEGURANÇA PATRIMONIAL


É muito importante conhecermos o conceito de segurança para podermos desenvolver ações preventivas.

A palavra segurança tem sua origem do latim “securitas” - medidas destinadas à garantir a integridade de pessoas, bens e instituições.

É a integração de medidas e normas, com adequações físicas, agregadas ao profissional especializado e a alta tecnologia.

O maior desafio da segurança, é antever e dar soluções para as situações de perigo.

Não se pode esquecer que a responsabilidade pela segurança do sistema é de TODOS.

Qual a maior arma utilizada pelos bandidos?

É O FATOR SUPRESA!

Por isso, a melhor maneira de evitar um sinistro é fazer um trabalho de PREVENÇÃO.

SECOVI



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sexta-feira, 19 de julho de 2013

INVISTA EM PLANEJAMENTO DE SEGURANÇA E ANÁLISE DE RISCOS


ARRASTÃO EM CONDOMÍNIO DO ABC

Quadrilha faz arrastão em condomínio

Bruna Gonçalves
Do Diário do Grande ABC

Pelo menos sete assaltantes fortemente armados fizeram arrastão em prédio residencial localizado na Rua Martim Francisco, na noite de sábado, no bairro Santa Paula, em São Caetano.
Segundo a Polícia Civil eles aproveitaram a saída de um morador para entrar no local com um carro prata pelo portão da garagem, por volta das 20h, e renderem o porteiro.
Em seguida, invadiram quatro apartamentos e pediram para que os moradores abaixassem a cabeça enquanto pegavam documentos, computadores, dinheiro, joias e celular.
Na saída, o grupo ainda aproveitou para roubar dois veículos que estavam estacionados na garagem, um Veloster vermelho e uma Captiva preta.
A polícia conseguiu localizar os carros abandonados no mesmo município. O Veloster foi encontrado na Avenida Prosperidade e a Captiva na Rua Marechal Deodoro, ambas as vias próximas do local do crime. Não foi encontrado nenhum pertence das vítimas. O caso foi registrado na Delegacia-Sede da cidade.
Após depoimentos de vítimas, os investigadores suspeitam, inicialmente, de que o crime tenha sido incentivado por informações dadas por terceiros, já que a proprietária de um estabelecimento foi ameaçada de morte caso “não desse o dinheiro do restaurante.” O bando também roubou as imagens registradas pelas câmeras de segurança do condomínio.


PALESTRA NA ETEC DE MAUÁ COM PROF. ULISSES NASCIMENTO,CES


NOVOS CONDOMÍNIOS E NOVAS EXIGÊNCIAS

NOVOS CONDOMÍNIOS E NOVAS EXIGÊNCIAS
Por se tratar de empreendimentos recém-entregues nas cidades, os novos condomínios residenciais têm uma extensa tarefa a cumprir, como tirar CNPJ do prédio, fazer cadastro na Sabesp, contratar seguro e aprovar o regimento interno das habitações, segundo informa a Lello, empresa de administração condominial no Estado de São Paulo. Essas providências servem para que tudo fique em ordem, evitando prejuízos ao patrimônio do condomínio ou aos seus moradores.
Todos os condomínios devem ter um Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). Portanto é necessário efetuar a inscrição junto à Receita Federal, e alterar a titularidade dos contratos de manutenção e conservação para o novo CNPJ.
Também é necessário fazer o cadastro de economias na Concessionária de Águas e Esgotos correspondente, além de acompanhar o desdobro do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), tributo que deve incidir sobre cada apartamento residencial e não mais sobre o empreendimento. Obter o Cadastro de Contribuintes Mobiliários (CCM), fazer cadastros junto à Receita Federal, Caixa Econômica e certificação digital, também fazem parte da lista de tarefas.
Segundo a Lello, é fundamental e obrigatório por lei contratar o seguro do prédio contra incêndio, que cubra toda a edificação contra o risco de incêndio ou outro evento qualquer, que possa causar destruição total ou parcial das instalações seguradas.
Além disso, o síndico deve providenciar a alteração de titularidade junto às concessionárias de água, energia elétrica e gás, cuidando também da aquisição de todo o “enxoval” do condomínio, a exemplo de tapetes, lixeiras e sinalizações.
Do mesmo modo, é necessário que o síndico programe as próximas assembleias do condomínio que irão aproveitar itens importantes como o regimento interno, o sorteio das vagas de garagem e o fechamento de sacadas e áreas de serviço.
FONTE GAZETA VIRTUAL

UNIVERSIDADE SECOVI

Conheça a estrutura e o funcionamento do condomínio

Curso direcionado aos setores internos das administradoras começa em 6/8 
12/07/2013
Conheça a estrutura e o funcionamento do condomínio
Em geral, os funcionários dos departamentos de recursos humanos, contas a pagar e cobrança das Administradoras de Condomínios sofrem para acompanhar as necessidades reais de um condomínio. Isso ocorre, principalmente, porque esses profissionais não possuem conhecimentos sobre a estrutura dos atuais padrões desses empreendimentos residenciais.
A fim de explicar os procedimentos, funções e soluções para as muitas questões do dia a dia de um condomínio, a Universidade Secovi lançou o curso “A estrutura e funcionamento do condomínio - O que os setores internos das administradoras precisam saber”. A iniciativa tem o objetivo de mostrar a estes funcionários como o trabalho da Administradora afeta a vida do condomínio e os demais departamentos da empresa.
A terceira turma do curso será realizada nos dias 6 e 8/8 (terça e quinta-feira), das 9 às 12 horas. A terceira turma do curso será realizada nos dias 6 e 8/8 (terça e quinta-feira), das 9 às 12 horas. As inscrições estão abertas e podem ser efetuadas pelos telefones (11) 5591-1304 ao 1308, ou pelo e-mailuniversidade@secovi.com.br.

GERENCIAMENTO DE RISCO PATRIMONIAL


A SEGURANÇA DO CONDOMÍNIO DEVE SER PROFISSIONAL


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GUARITAS DEVEM SER BLINDADAS EM CONDOMÍNIOS


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quarta-feira, 17 de julho de 2013

ORIENTAÇÕES DE SEGURANÇA EM CONDOMÍNIOS

ADMINISTRAÇÃO / SÍNDICO

- A seleção de pessoal doméstico e do condomínio deve ser rigorosa, com pesquisa da vida pregressa dos candidatos e verificação criteriosa das fontes de referência. Dar preferência para os que possuam cursos de formação e treinamento;
- Orientar adequadamente porteiros, zelador e funcionários em geral. O pessoal de zeladoria, principalmente aqueles que desempenham funções na portaria do prédio, devem ser alertados para os diferentes disfarces e formas de execução usadas pelos bandidos e devem estar capacitados para tomar providências urgentes quando necessário
- Cadastrar todos os condôminos com dados pessoais, dos veículos e até de parentes próximos, para uso em caso de emergência;
- Estabelecer o sistema de identificação com crachá para todos os visitantes, com assinatura do condômino visitado;
- Acompanhar o andamento de todos os trabalhos realizados no edifício. Em caso de obras no condomínio, contratar uma empreiteira, identificando os funcionários que serão alocados, antes do começo da obra. Exigir o uso de crachá com foto e, antes da obra, orientar porteiros e zelador a só deixar entrar os funcionários que foram identificados previamente pela empreiteira;
- Realizar a reciclagem e treinamento periódico de seus funcionários com foco na segurança do condomínio.
- Desenvolver reuniões periódicas com os condôminos a fim de despertar a consciência para a segurança de todos;
- Dar o mesmo treinamento de segurança aos funcionários que possam vir a substituir, mesmo que temporariamente, o porteiro. Assaltantes já têm explorado estas ”brechas”: entrar em momentos em que percebem funcionários que não os porteiros na guarita.
- Treinar perfeitamente os funcionários para o uso dos equipamentos e sistemas de segurança. Muitos condomínios desperdiçam dinheiro em equipamentos que os empregados não sabem utilizar corretamente.
- Sugere-se a instalação, na entrada do condomínio, de caixa ou abertura para encomendas, evitando a entrada do entregador;
- Deixar o aparelho de gravação de fitas do circuito fechado de tv em uma sala trancada, da qual os funcionários não tenham a chave. Já ocorreram vários assaltos em que os ladrões fizeram o zelador ou o porteiro entregar a fita de gravação.
- Sempre atualizar procedimentos de segurança, porque métodos criminosos mudam, se adequam às medidas de segurança dos condomínios. Portanto, mesmo instalado um sistema de segurança, com equipamentos, procedimentos e infra-estrutura, o condomínio não deve nunca se acomodar. A revisão desses tópicos precisa ser permanente.
- Responsabilidade do condomínio: em roubos a apartamentos, o condomínio só é responsável se houver serviço de vigilância e for comprovada negligência.

PORTEIROS
- Treinamento adequado é primordial, pois a maior parte das invasões a condomínios se dá pela portaria de pedestres, por falta de procedimentos corretos de segurança dos porteiros.
- Nos horários de limpeza e recolhimento de lixo, as entradas do edifício devem manter-se fechadas
- Não aceitar guardar chaves dos apartamentos e dos automóveis dos moradores, nem permitir que outros funcionários o façam.
- Não comentar sobre a vida pessoal dos condôminos, como horários em que podem ser encontrados e outras informações.
- Instalar uma linha telefônica na portaria para que se possa acionar rapidamente a polícia ou os bombeiros em caso de emergência, sem depender do zelador. Manter à vista os telefones da delegacia mais próxima e do Corpo de Bombeiros. Uma solução alternativa vem sendo implantada por condomínios: a instalação de um sistema de comunicação (tipo botão de pânico silencioso) entre vários prédios de uma mesma rua, de modo que quando houver um problema em um deles, os outros são acionados.
Acesso de Estranhos
- Ao atender estranhos, o porteiro deve manter os portões fechados e as pessoas do lado de fora. O acesso de estranhos, sempre que possível, deverá ser restrito a um horário pré-fixado e ser precedido das cautelas disponíveis;
- Ao atender visitantes, o portão somente pode ser aberto após avisar o morador e obter sua autorização. Na dúvida, deve-se solicitar ao morador para vir identificar tal visitante, mantendo-o ainda do lado de fora.
- Na entrada ou saída de pessoas do condomínio, somente abrir o portão após verificar se não há suspeitos próximos.
- Ao receber prestadores de serviços, é necessário identificá-los, anotar os dados de seus documentos, avisar o condômino e só permitir acesso às dependências mediante autorização do morador e devidamente acompanhado por um funcionário. Se for prestador de serviço para o condomínio, só abrir a porta depois de autorizado pelo zelador. Em caso de obras, só permitir o acesso de funcionários listados pela empreiteira, portando crachá com foto. Em caso de dúvida, chamar o zelador.
- No caso de entrega de encomendas, avisar o condômino e solicitar sua presença na portaria. Na ausência do condômino, receber e guardar para, posteriormente, ser retirado por um morador ou entregue por um funcionário. Jamais permita que o entregador leve pessoalmente a encomenda.
- A entrega de encomendas, flores, correspondência, etc, que não tenham sido solicitadas ou que não estejam sendo esperadas devem ser recusadas, ainda que o portador se apresente na companhia de empregados do condomínio. No caso de pequenas entregas, sugere-se uma caixa na recepção com portinhola, para evitar a entrada do entregador

ZELADOR
- Deve receber as mesmas orientações de segurança dos porteiros e supervisionar sua aplicação.
- Deve ser o responsável pela autorização de entrada dos prestadores de serviços que trabalharão na área comum e nos equipamentos do condomínio. Não deve autorizar visitas não marcadas, sem estar na portaria e confirmar o motivo da visita. Em caso de obras, só permitir o acesso de funcionários listados pela empreiteira, portando crachá com foto.
- Ao abrir o portão da garagem, identificar o motorista e observar se não há risco de entrar alguém junto;
- Deve sempre ter à mão os telefones da delegacia de polícia mais próxima e do Corpo de Bombeiros.
- Orientar os funcionários da limpeza a, quando lavarem com água os andares e o térreo, colocarem um pano no vão entre a porta do elevador e o chão para que a água não escorra, danificando o sistema de travamento das portas dos andares inferiores.

CONDÔMINOS

- A sua compreensão e colaboração são fundamentais para a segurança do condomínio;
- Elogiar as ações dos funcionários que visam a garantir a segurança de todos os condôminos, mesmo quando representam algum transtorno para si ou para suas visitas;
- Manter a máxima discrição quanto aos valores guardados na casa, existência de cofres, etc;
- Ao chegar ou sair da garagem, observar se não há pessoas estranhas ou suspeitas, aguardando ou dando voltas até sentir-se em segurança. Qualquer suspeita deverá ser comunicada imediatamente à Polícia, que saberá analisar a informação e tomar as providências cabíveis;
- Se, no entanto, for surpreeendido por assaltantes, procure manter a calma. Não encare seus atacantes diretamente e nem discuta com eles. Havendo oportunidade, diga que não guarda valores em casa, por exigência do seguro, e que está aguardando visitas;
- Ao estacionar seu veículo na garagem, mantê-lo trancado, sem pacotes e objetos à vista e com o alarme ligado;
- Alertar a portaria para que receba as encomendas feitas ou o avise para que vá atender ao entregador na recepção;
- Ser criterioso na autorização de entrada, só admitindo visitantes que conheça;
- Não autorizar a subida de entregadores, e descer à portaria para receber encomendas;
- Não autorizar a subida de nenhum prestador de serviços que não tenha sido requisitado, bem como vendedores, funcionários de instituições de caridade e outros;
- Não abrir a porta do apartamento a estranhos, mesmo que acompanhados de funcionários do condomínios;
- Quando solicitado à portaria, verificar se o assunto lhe diz respeito, e só então descer à recepção para atender;
- Ao contratar empregados (domésticas, babás, motoristas etc.) somente os receber na portaria. Exigir documentação e referências, averiguando a autenticidade e veracidade das informações;
- Não deixar cópias das chaves na portaria, nem os empregados particulares ou do condomínio.
- Moradores dos 1º e 2º andares devem ter um cuidado especial e proteger as áreas de acesso;
- Ao viajar, não comente sua futura ausência perto de pessoas estranhas. Nas ausências prolongadas, peça a um parente para visitar sua casa, para demonstrar a presença de pessoas (abrindo janelas, regando jardins, entrando com carro na garagem, etc.). Não deixe jóias ou dinheiro dentro de casa, mesmo que seja em cofre. Utilize o cofre de bancos. Não deixe luzes acesas, pois durante o dia significam ausência de pessoas. Só deixe a chave com pessoas de absoluta confiança. Feche as portas e janelas com trincos e trancas. Reforce a porta da frente com fechaduras auxiliares.

INFRA-ESTRUTRA

- A guarita deve ser recuada do portão, com grades altas ao redor do prédio, e o portão da garagem controlado pela portaria.
- As entradas do edifício (social, de serviço e garagem) devem ser suficientemente iluminadas
- Instalação de um sistema de comunicação (tipo botão de pânico silencioso) entre vários prédios de uma mesma rua, de modo que quando houver um problema em um deles, os outros são acionados. Ou botão de pânico que acione um empresa de segurança.
- Instalar circuito fechado de TV: câmeras móveis ou fixas, com caixa de proteção e cúpula para ocultá-las (em elevadores, por exemplo), monitores (preto e branco ou coloridos), vídeo time lapse (aparelho que grava 960 horas de imagens numa única fita VHS), multiplexador (permite a visualização de todas as câmeras em uma só tela, dividindo-a, sobrepondo imagens ou programando uma seqüência de exibição)
- Instalação de cercas elétricas e proteção perimetral, que funciona com cercas que disparam alarmes. Interligada a um sistema com computador, pode denunciar imediatamente o ponto de invasão.
- Na hora de adquirir equipamento eletrônico de segurança, é importante visitar a sede da empresa para ver se ela existe mesmo e se dispõe dos equipamentos, já que é investimento relativamente alto. Também é importante verificar a situação comercial e financeira da empresa para evitar calotes. Na parte técnica, pedir a feitura de projetos de segurança a empresas que não vendam equipamentos. Sem interesses comerciais, podem fazer um levantamento das reais necessidades do condomínio

VIGIAS ARMADOS

- A contratação de um serviço de vigilância armada nem sempre traz segurança ao condomínio. Pode, pelo contrário, representar fator extra de perigo, caso a empresa contratada não estiver com os papéis em ordem, e os vigilantes, bem treinados. O país tem aproximadamente 1,3 mil empresas registradas na Polícia Federal, mas, para cada empresa de segurança devidamente regularizada, há uma média de três clandestinas.
- De acordo com a Lei 7.102/83, o profissional de segurança armada deve possuir um treinamento especializado, credenciado e fiscalizado pela Polícia Federal. Tal treinamento dura três semanas.Os futuros vigilantes são submetidos a exames para a habilitação do uso de arma de fogo. Após todos os treinamentos, ele recebe um certificado.
- Em caso das empresas que disponibilizam pessoal para efetuar a segurança do condomínio, fique atento se a empresa tem licença de funcionamento emitida pela Polícia Federal, se presta assistência 24 horas por dia, se os vigilantes são treinados, capacitados e possuem a caga horária mínima de treinamento (120 h), determinada por Lei.
- Armas não bastam. É preciso um projeto de segurança. Para levar um vigilante armado para dentro do prédio, é preciso verificar a posição da guarita e os equipamentos de segurança disponíveis, além de fazer um levantamento das ocorrências mais comuns na região. Se não há esse planejamento, a arma pode representar um perigo, não um aliado.

NOVAS TECNOLOGIAS

- Começam a crescer no mercado as vendas de aparelhos de acesso com base na biometria (impressão digital, íris, voz, palma da mão). Os preços já estão mais acessíveis para o mercado em geral e já há projetos para condomínios residenciais.
- Também começa a ganhar mercado o ”transponder” para automóveis. O equipamento, geralmente usado em aviões, emite sinais que permitem ao porteiro identificar imediatamente os carros que estão prestes a entrar na garagem.
- Na porta do condomínio, um antena receptora do sinal identifica o carro do condômino. O equipamento evita clonagem de carro, artifício que tem sido usado por assaltantes em condomínios.

DISFARCE DOS LADRÕES: COMO ENTRAM E COMO EVITAR

Funcionário de concessionárias de serviços públicos (água, energia elétrica, telefone, gás, correio): Alegam ter de fazer reparos dentro de algumas unidades, ou no caso do carteiro, ter de entregar em mãos determinada correspondência
- Pedir crachá com foto;
- Não permitir a entrada nas unidades, se o serviço não foi solicitado pelo morador
Banhistas: Casos no Rio de Janeiro. Geralmente em dupla, de sunga e chinelo invadem o prédio e levam o produto do furto em uma mochila. O porteiro tem de estar atento e conhecer os moradores do prédio. Não abrir o portão para estranhos antes de obter autorização da unidade a que se dirigem
O ‘bem-vestido’: Homem de terno entra a pé pela entrada de pedestres ou pela garagem, quando um morador chegava com seu carro. O porteiro não desconfia de nada porque o homem está bem-vestido. Logo em seguida é rendido pelo invasor, que o obriga a abrir o portão para seus comparsas.
- Orientar o porteiro para não mudar os procedimentos de segurança de acordo com as vestimentas das pessoas ou aparência de status social
O ‘conhecido’: Aproveita-se da entrada de uma pessoa no prédio para ‘pegar uma carona’ no portão aberto dos pedestres. Para não despertar suspeitas, diz alguma coisa para a pessoa que está entrando, parecendo ao porteiro que ambos se conhecem.
Outra vez, vale a atenção do porteiro. Se ficar na dúvida se conhece ou não a pessoa que entrou, deve abordá-la e perguntar para que unidade se dirige
Funcionário de instituição de caridade: Caso relatado no Rio de Janeiro. O ladrão tinha uma lista com pessoas que frequentemente faziam doações a instituições, e anunciou o apartamento e o nome de uma senhora que queria ‘visitar’. A condômina autorizou a entrada e foi assaltada.
- Confirmar se morador requisitou a presença do funcionário. Se não, não permitir a entrada, mesmo que o morador autorize.
Corretor de imóveis: Bem vestido, em geral num grupo de dois ou três, apresenta-se como corretor de imóveis e diz que vai visitar determinado apartamento.
- Confirmar se morador requisitou a presença do corretor. Se não, não permitir a entrada, mesmo que o morador permita.
- Alertar porteiros para não deixar desconhecidos entrarem, mesmo que estejam ‘bem vestidos’.
‘Dona Ana’: Apresenta-se na portaria e diz que vai no apartamento da ‘Dona Ana’. Como este é um nome muito comum, alguns porteiros têm caído no golpe.
- Só permitir a entrada após autorizado pelo morador
Entregador de encomendas (pizza, flores, cestas de café da manhã e outros). Há dois modos:
1. diz que vai subir em determinada unidade para entregar;
2. Chama o condômino ou um empregado seu para receber, e o rende assim que a porta é aberta
- Não permitir a subida de entregadores às unidades, em nenhuma hipótese
- Antes de abrir o portão para receber a encomenda, o porteiro deve confirmar se o respectivo condômino a aguarda
- No caso de flores e presentes-surpresa, o melhor é que o próprio porteiro receba
- Outra garantia é instalar um ‘passador’ de encomendas, para não abrir o portão nestes casos.

Fonte: Secretaria de Segurança Pública-SP

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DROGAS EM CONDOMÍNIO - SECOVI SOROCABA

Drogas em condomínio

Os condomínios hoje estão presentes em todas as regiões da cidade e atendem todas as classes sociais e, segundo nossos levantamentos, entre 25% e 30% da população de Sorocaba hoje está nesta realidade
Notícia publicada na edição de 17/07/13 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 3 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.

* Flávio Amary
A regional do Secovi em Sorocaba, desde o seu início, buscou levar aos síndicos e aos administradores de condomínios o tema segurança bastante a sério sempre com o apoio local das polícias militar, civil e federal, que sempre ao serem convidadas para palestrar a disponibilidade foi imediata. Com o avanço dos condomínios, não somente em nossa cidade, mas nas principais cidades do Brasil, e com a parcela cada vez maior da população vivendo dentro destas comunidades, vários temas são cada vez mais importantes, entre eles o uso de drogas e até mesmo o tráfico dentro dos condomínios.

E com essa preocupação e em parceria com as polícias, os síndicos são convidados com bastante frequência para, em nossa sede, ouvir os conselhos de especialistas. A última palestra aconteceu em 17 de junho e foi ministrada pelo delegado da Delegacia de Investigação Sobre Entorpecentes (Dise) da região de Sorocaba, dr. Alexandre Cassola. Nesta oportunidade pode esclarecer e orientar todos os síndicos e interessados presentes. 

Não podemos viver no faz de conta que as drogas não fazem parte de nossas vidas. Elas estão sim por toda parte, e às vezes mais próximas do que podemos acreditar. Toda atenção é importante e nunca devemos achar que não acontecerá com as pessoas mais próximas. Hoje em Sorocaba existem pouco mais de 1.500 condomínios, sejam verticais, horizontais, e até os loteamentos com controle de acesso, que muitas vezes são erroneamente chamados de condomínios.

Os condomínios, que no passado eram opção de residência para a classe social mais elevada, hoje estão presentes em todas as regiões da cidade e atendem todas as 
classes
 sociais, e, segundo nossos levantamentos, entre 25% e 30% da população de Sorocaba hoje está nesta realidade. Como muitos destes residenciais têm a segurança própria, a entrada da polícia acaba sendo um fato raro. E embora para a legislação o porte de drogas para consumo próprio e para o tráfico tenha um enfoque diferente do ponto de vista criminal, dentro do condomínio acredito que os dois são bastante prejudiciais, até mesmo porque um pode eventualmente levar ao outro. 

Cabe alguns alertas para os síndicos feito pela própria polícia: 

- iluminação nas áreas de lazer e verde, pois a maior parte do consumo e tráfico acontecem nestas áreas que são pouco iluminadas e portanto favorecem ações ilegais; 
- as câmeras para monitorar e inibir têm funções muito importantes pois ainda podem servir de provas em uma eventual investigação policial; 
- as escadas e garagens dos empreendimentos verticais também são alvos e precisam ser monitoradas; 
- treinamento para os funcionários do condomínio para sempre estar alertas e atentos nas movimentações estranhas; 
- e a principal delas para as famílias. 

As famílias têm o dever de ficar atentas e cuidar de seus filhos, muito embora mesmo com toda atenção e preocupação possa acontecer o consumo e até mesmo o início do tráfico. Devemos acompanhar os amigos, o comportamento, o cheiro, a cor dos olhos, avaliação escolar, pois enfim são sinais que de forma isolada podem não representar um problema, mas no conjunto devem assinalar a luz amarela. O esporte é uma ferramenta que na maioria das vezes afasta os problemas e traz coisas boas, como o cuidado com a saúde.

A denúncia para a policia é fundamental. Vários assaltos que acontecem dentro dos condomínios, após a investigação constata-se que foram feitos por causa da droga e algumas vezes, lamentavelmente, pelos próprios filhos de moradores. Quando denunciamos, mesmo que no primeiro momento possa trazer uma imagem ruim para o residencial, a médio prazo traz a tranquilidade, pois a investigação policial, vai encontrar caminhos para solucionar o problema. 

Já ouvimos de síndicos a preocupação em denunciar, com medo de represálias, entretanto, pode-se utilizar da denúncia anônima, através do disque-denúncia 181, pode-se decidir fazer a denúncia não somente em nome do síndico, mas de toda a diretoria com intuito de despersonalizá-la, mas a única forma da ação policial acontecer é através da informação, temos o dever de fazê-lo. E o Secovi-Sorocaba continuará a promover encontros para ajudar os síndicos na árdua tarefa de encontrar os caminhos para minimizar os problemas dentro dos condomínios.

* Flávio Amary é vice-presidente do Interior do Sindicato da Habitação no Estado de São Paulo (Secovi-SP) - famary@uol.com.br

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domingo, 14 de julho de 2013

DICA DE LEITURA DA GNA CONSULTORIA LTDA


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SINALIZAÇÃO DE ROTAS DE FUGA


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ENCONTRO PARAIBANO DE APH E RESGATE